Pulsa a repetição
e escolhe não filtrar
esse sangue que
de fora vem.
Carrega a negação
do bem que existe
e deixa de acreditar
no próprio olhar.
Como o corte
feito a faca
que tua mão
esquerda abriu.
A carne acostumou
a sangrar e não
há busca para cura
que a feche.
De corpo aberto
segue por todos
os caminhos
que não são teus
E esquece que
já passou por isso
quando a pele era
de outra cor.
e escolhe não filtrar
esse sangue que
de fora vem.
Carrega a negação
do bem que existe
e deixa de acreditar
no próprio olhar.
Como o corte
feito a faca
que tua mão
esquerda abriu.
A carne acostumou
a sangrar e não
há busca para cura
que a feche.
De corpo aberto
segue por todos
os caminhos
que não são teus
E esquece que
já passou por isso
quando a pele era
de outra cor.



